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Under VS Serviços no Exterior


Fernando Rafs
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Fala pessoal!

 

Primeiramente solicito a moderação caso tenha postado em local incorreto, por favor movam para mim, obrigado!

 

Hoje eu recebi um email da Under com o seguinte conteúdo (Nota: Não tenho e nunca tive qualquer serviço com a Under então para mim é SPAM).

 


 

Comparativo de Servidores no Brasil e Exterior

Nesse artigo vamos demonstrar que o Servidor da Under tem:

  •  
  • menor custo que no exterior
  •  
  • qualidade igual ou superior ao exterior em todos os aspectos
  •  


Custo

O principal motivo que tornava os servidores mais baratos no exterior eram de origem tributária. Com a tributação sobre os serviços importados, contratar direto do exterior perdeu essa vantagem. Leia nossos artigos sobre o custo de 50% de tributos sobre contratação de datacenter no exterior.

Com a recente resolução da Receita Federal que confirma que o aluguel de serviços de Datacenter do exterior devem ser tributados, serviços como Servidores Dedicados e Servidores Cloud passam a ter o preço aumentado em torno de 50% quando contratados de outros países.

Dessa maneira é importante ficar atento, pois os preços praticados nos sites estrangeiros não incluem os impostos de importação de serviço, que devem obrigatoriamente ser recolhidos pelas empresas contratantes. Por outro lado, os preços divulgados pelas empresas brasileiras já têm os impostos incluídos, isto é, não é necessário pagar nada além do divulgado.

 

No email ainda veio o comparativo:

 

2mmv0gp.png

 

Pergunto! Será que alguém contrata algum serviço com eles vendo este comparativo?

 

Ao meu ver é um tipo de marketing desesperado em busca de cliente. E ainda tem a capacidade de informar que no Brasil a qualidade é igual ou superior, este me fez rir.

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Engraçado é que eles compararam os preços deles com dois dos DC's mais caros do exterior como se não existissem outros bem mais baratos e com a mesma qualidade.

 

Mesmo assim duvido que a Under apesar de possuir boa qualidade possua a mesma estrutura e estabilidade (de rede e financeira) que SofLayer e Single Hope.

 

Já começaram a fazer marketing terrorista, já comecei a ver em sites de empresas Brasileiras "alertas" http://prntscr.com/53buzosobre essa taxação de uma maneira que dá à entender que o governo vai cobrar de quem contratar uma hospedagem e não for do Brasil.

 

Já tive dois clientes querendo migrar dos planos nos Estados Unidos para Brasil alegando que não vai querer pagar o imposto e perguntando se e quando iríamos aumentar os valores.

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Discutimos recentemente no grupo do fb sobre a questão na queda brusca de vendas.

E pelo que parece está afetando muito as empresas com infra nacional, e essa resolução da Receita Federal foi um prato cheio para tais empresas para bancar este grande marketing e tentar fisgar novos clientes com 'falsas verdades' como dito pelo @Leo Amarante é um marketing terrorista.

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A pergunta é: Alguém já foi cobrado ?

 

Boa Pergunta!

 

Fiquei imaginando como o governo cobraria esse imposto e pelo que pesquisei seria apenas de quem declarar a contratação, porém recentemente o governo fez um acordo com autoridades Norte Americanas para troca de informações financeiras sobre gastos de cidadãos dos dois países, ou seja, haverá sim um risco para quem contratar serviços no exterior e não declarar.

 

Já pensaram em uma solicitação junto ao Paypal todas as transações que envolvam serviços de data centers e cidadãos brasileiros?

 

 

Brasil e Estados Unidos fecharam um acordo para aprofundar as trocas de informações para evitar a sonegação de impostos. De acordo com o Ministério da Fazenda, o ministro Guido Mantega e a embaixadora americana, Liliana Ayalde, assinaram um termo de cooperação Intergovernamental (IGA, sigla em ingês) para permitir que o envio desses dados seja automático.

Brasil e EUA já possuíam um acordo de intercâmbio de informações tributárias, o Tax Information Exchange Agreement (Tiea). Ele foi assinado em 2007 e estava defasado. Segundo um comunicado da Fazenda, esse termo precisava ser ser ampliado para atender aos requisitos previstos pela Foreign Account Tax Compliance Act (Facta), a lei americana que disciplina a identificação de atividades financeiras de contribuintes no exterior.

“O acordo internacional assinado agora prevê que informações sobre contribuintes norte-americanos no Brasil sejam encaminhadas pelas instituições financeiras para a Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB e posteriormente repassadas por esta ao Internal Revenue Service – IRS dos EUA”, diz o Ministério da Fazenda em nota divulgada à imprensa, que completa:

“Em contrapartida, a RFB receberá das autoridades tributárias norte-americanas informações sobre movimentações financeiras de contribuintes brasileiros em instituições financeiras dos EUA. Esta troca de informações se fará respeitando a confidencialidade da informação por ambas as partes”.

O comunicado, divulgado após a assinatura do termo, também é parte de um esforço mundial liderado pelo G20, o grupo dos 20 países mais ricos do mundo, de ampliar a cooperação para evitar a evasão tributária.

Fonte: http://blog.brugnara.com.br/2014/09/...o-de-impostos/

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