fernandoguga Postado Junho 11, 2014 Postado Junho 11, 2014 olá amigos, estou desenvolvendo um trabalho de pesquisa a cerca da responsabilidade civil dos intermediadores de pagamento que sabemos o quanto de trabalho e prejuízo nos dão. minha pesquisa busca esclarecer pontos sobre o chargeback e as praticas adotadas por essas empresas. se você ja teve esse tipo de problema, por favor relate sua história. E caso tenha buscado uma solução judicial, se possível, nos informe o numero do processo e o tribunal/estado responsável. Conto com o apoio de todos, informando desde já que disponibilizarei meu artigo/pesquisa nesse fórum assim que concluído. Att. Fernando 0 Citar
Sales Mendes Postado Junho 11, 2014 Postado Junho 11, 2014 boa sorte amigo, porque esses gateway e só tristesa o unico que tive um serviço razoável foi a mundipag 0 Citar
fernandoguga Postado Junho 13, 2014 Autor Postado Junho 13, 2014 boa sorte amigo, porque esses gateway e só tristesa o unico que tive um serviço razoável foi a mundipag concordo. Mas isso tem q mudar. Já iniciei os trabalhos, mas pelo jeito ou eu fui o único que entrei com uma ação contra o moip ou o pessoal ainda não viu o post. HEHE. 0 Citar
BrunoOliveira Postado Junho 13, 2014 Postado Junho 13, 2014 Nunca tive (ainda) esse tipo de problema pois tentamos fazer um bom feedback com o cliente e estreitamos nossa relação com um melhor pós- venda. Porém, se falando de intermediadores e não de gateways, eles nos tem na mão. Tive um problema com o Gerêncianet onde era cobrado 2.8 reais em qualquer transação e passariam a cobrar 4.8‰(acho que era esse o valor) + alguns centavos. Emitia uma média de 150 boletos por lá e alguns de valores altos (1000 a 3000 reais) Entrei em contato reclamando e voltaram ao valor fixo, com aumento em 19 centavos. Ou seja., 2.99. Parece que muitas pessoas reclamaram e entre mudaram a política e cobram nas integrações 3.4 por transação e essa porcentagem em outros serviços. O que quero dizer é, estamos nas mãos deles, e eles podem fazer o que quiserem conosco e nos ferrar de um dia para outro. Não é só o chargeback que pode nos prejudicar. Muitas vezes trabalhamos com alguns produtos no limite do preço para atrair clientes iniciais, por exemplo é uma mudança de taxas como essa nos prejudicaria, no meio de uma promoção, por exemplo. Para mim, é uma terra sem leis, onde é feito o que quer com o cliente. Desculpe se mudei o foco do seu tópico, mas a melhor alternativa é partir para o gateway e trabalhar melhor o cliente para evitar o chargeback. Claro que pode acontecer, mas temos que arrumar meios e ferramentas para evita-las ou diminui-las. Desculpe se errei alguma palavra, tô no celular 0 Citar
Marcos Alberto Postado Agosto 27, 2014 Postado Agosto 27, 2014 Bom vamos lá, eu tive um problema com chargeback, mas meu caso foi assim. Eu anunciei 3 VPS no mercadolivre, um cara comprou e pagou por mercadopago. 30 dias depois o mercadopago pegou o dinheiro alegando que o dono do cartão desconhece a compra. e se recusou a me devolver. uma vez que as vps já estavam vencendo, eu levei um prejuízo Entrei com processo nas pequenas causas, expliquei a situação e pronto veja: Processo No 0004629-16.2014.8.19.0036 Eu ganhei a causa, o mercadolivre foi obrigado a me devolver o valor retido, e me pagar danos morais. estou com outro processo semelhante contra eles. ainda não foi audiencia. mas segue o numero do processo: 0012081-77.2014.8.19.0036 Bom é isso ai. . 0 Citar
tadeugomides Postado Agosto 28, 2014 Postado Agosto 28, 2014 Pequenas causas para pessoa fisica? (você não é uma empresa formal, certo?) Se for uma empresa formal, você não poderia utilizar o pequenas causas para processar o ML. Como você justificou ao juíz a venda de um serviço / produto, sem nota fiscal? 0 Citar
abobre Postado Agosto 28, 2014 Postado Agosto 28, 2014 Legal sua pesquisa !!! Eu tive um problema com o Pagseguro, mas nesse caso eu fui o comprador, contratei um serviço da internet para desenvolvimento de um logotipo, prazo de entrega em até 3 dias, recebi o arquivo depois de várias edições, algo muito amador, recebi o arquivo final depois de 1 mês. Nesse meio tempo abri uma disputa no pagseguro relatando todo o ocorrido e recebi o seguinte retorno. Moderador: 21/04/2014 às 18:51 Prezado Cliente. Conforme as nossas Regras de Uso, há pagamentos que não são moderados pelo PagSeguro. Tente contato diretamente com o vendedor para tentar um acordo. Disputa encerrada pelo moderador a favor do vendedor. 0 Citar
Marcos Alberto Postado Agosto 28, 2014 Postado Agosto 28, 2014 Pequenas causas para pessoa fisica? (você não é uma empresa formal, certo?) Se for uma empresa formal, você não poderia utilizar o pequenas causas para processar o ML. Como você justificou ao juíz a venda de um serviço / produto, sem nota fiscal? São 2 fatos distintos, o processo foi pelo dinheiro. não importa se é ou não serviço. mesmo que eu não pudesse fornecer o serviço, isso não justificaria o mercadolivre agir de forma desleal. então ele deve julgar o fato de acordo com a lei, e caso eu estivesse errado por causa da nota fiscal seria outro processo administrativo e com a receita federal. Esclarecendo o fato, sim sou pessoa jurídica. mas vamos lá O Fato do titular ser pessoa jurídica não quer dizer que o usuário é pessoa jurídica, portanto eu posso processar como pessoa física. Você tem um numero de telefone fixo em seu nome, porém quem usa e paga é sua mãe, então neste caso a pessoa que sofreu o dano pode processar bastando ela provar que apesar da titularidade distinta ela que é o usuário final. Então, o cadastro do mercadolivre sim está no nome da minha empresa, porém a minha pessoa física que é o usuário então como o dano foi contra mim e não contra minha empresa eu posso processa-lo como pessoa física, oque foi feito. Justificar a venda de produtos sem nota fiscal, não é preciso já que a função dele não é fiscalizar vendas e sim julgar o fato exposto no processo. É função da receita federal fiscalizar se produtos e serviços vendidos acompanham ou não nota fiscal. A Função do juiz é exclusivamente analisar os fatos exposto no processo e julgar o mesmo de forma justa baseando-se na lei e atento aos fatos expostos. 0 Citar
fernandoguga Postado Setembro 1, 2014 Autor Postado Setembro 1, 2014 fico feliz que estejam tendo sucesso, quanto a questão de ser empresa ou pessoa física, isso independe nos juizados especiais, pois pessoas juridicas podem sim ser autoras veja. Art. 8º, §1°, inciso II da lei 9099/95 se tiverem outros casos me informem. Em breve poderei disponibilizar meu artigo aqui. 0 Citar
inbloombr Postado Setembro 17, 2014 Postado Setembro 17, 2014 Segue um caso recente, Migrei para utilizar o MOIP e no primeiro pagamento parcelado, além do valor líquido na transação ser abaixo do que deveria com as taxas anunciadas (Roubaram R$ 76 a mais em uma transação de R$1500) cancelaram a compra pois não conseguiram contato com o titular do cartão, e pra finalizar a compra foi creditada no cartão do cliente. Com confirmação do gerente do banco de que a transação foi mesmo aceita, estou entrando em contato com o MOIP e a memsa resposa de sempre é dada: Estaremos entrando em contato em um dia útil. Malditas empresas que atendem os clientes no gerúndio. Ao meu ver isso é um belo processo de tentativa de fraude e danos morais? Qual sua opinião? 0 Citar
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