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  1. Sim, minha oferta é mesmo direcionada à Opencart, Magento, só trabalho com elas... mas começaram a aparecer clientes usuários de Tray e fui me aventurar... mas o perfil prova a proposta... o cara procura uma plataforma dita "barata" e depois quer customizar ela inteira seguindo a mecânica de que tudo tem de ser barato....
  2. Infelizmente minha opinião sobre as plataformas fechadas tem mudado e acho que a maioria é muito complicada de atuar, tentei ser revendedor da Tray inclusive por um tempo, mas é um eco sistema muito difícil para se adaptar e muito cruel e injusto também. Chega uma hora que as pessoas estão trabalhando por troca de um copo de água e um pão.
  3. @Yuri curi leite lamentável que ainda tenham políticas como essa... acho importante essas avaliações justamente para termos clareza na hora de estabelecer parceiros de serviços, se tivesse lido um tópico como esse na época não teria fechado negócio...
  4. Obrigado, é que essas soluções citadas são outros meios de pagamento e podem resolver o problema mas não são exatamente uma forma de usar o banco diretamente. Como terei de abrir conta com "mais um" intermediador eu queria evitar esse caminho, no final acabo tendo de lidar com BB, Santander, PayPal, PagSeguro e agora escolher mais um novo player... Mas agradeço as dicas.
  5. Talvez ajude... veja as respostas: https://www.freelancer.com/projects/php/integrating-pay-api-steam-trade/
  6. Por favor, Alguém tem alguma indicação de módulo/plugin para Boletos com Registro, preferencialmente do BB, para o WHMCS? Inclusive pagos... Até recentemente o banco não estava recusando os boletos sem registro, uso o antigo módulo da CybernetFX, mas a uma semana recebemos notificação para cessar as emissões sem registro. Em tempo, já consultei o Erivan. Preciso de alternativas. Alguém tem alguma indicação ou pode ajudar com alguma ideia? Obrigado,
  7. Gabriel, estou no mesmo dilema do amigo aí e com quantidade similar de clientes o problema é que sempre tem problema e em vários tópicos que já comentei por aqui acabamos na mesma solução: VPS ou Dedicado Eu estou praticamente sendo empurrado pelo meu atual fornecedor para esse caminho justamente por que estão ocorrendo problemas de serviço que o fornecedor não aceita... pior que acabei de migrar, estou apenas a três meses nesse.... esta complicado decidir o que fazer e essa jornada para achar um distribuidor de Revenda esta tomando muita energia preciosa. Ao contrário do Ralph que tem os clientes concentrados num planos de Revenda eu contratei quatro planos e distribui meus clientes neles... assim achei que mitigaria problemas de serviço, logo meus custos já são bem maiores. Tenho serviço de revenda contratado com 8 sites apenas e que não esta me atendendo. Mas ficar migrando de distribuidor em distribuidor também não resolve... e olha que não estou fazendo ainda relação de lucro por que esse tipo de serviço no meu processo é secundário. O fato é que sua opinião é exatamente o que eu penso... acho que ainda não seria o momento de partir para algo como uma VPS/Dedicado mas não esta sendo possível achar um fornecedor que atenda... problemas de sempre: Disponibilidade.
  8. Gostaria de conhecer algumas opiniões à respeito de aplicações de políticas de serviços em plano de Revenda e a utilização normal dos clientes. Vou explicar qual o dilema que eu gostaria de entender de outras pessoas sobre as práticas que consideram razoáveis. Sei que hoje o maior desafio na gestão das tecnologias de hospedagem é garantir segurança e uso adequado dos recursos, seja evitando ataques ou inibindo a má utilização por spammers e outras práticas. Penso que a grande questão é como realizar a tarefa de fornecer serviços aos clientes com alta qualidade e ao mesmo tempo vencer essa guerra. Porém, tenho de dizer que muitas vezes as políticas de segurança/serviços tendem a causar alguns problemas que deveriam ser na prática transparentes ao cliente final, no caso principalmente a quem contrata a Revenda. Digo isso por que as políticas quando causam impedimento ao cliente final acabam onerando o suporte ao serviço, então aquele dimensionamento que você faz para adequar sua capacidade de atendimento vai por água abaixo já que o impedimento de segurança causa transtornos ao cliente e ele não tem saída a não ser recorrer ao suporte. Por menor que seja as etapas de interação, entre o revendedor e a empresa que distribui o serviço, qualquer perda de tempo se traduz em custo. Esse custo gera prejuízos para a cadeia inteira, basta refletir que o cliente final perde tempo acionando a revenda que tem de acionar seu fornecedor e esse tem de atender mais um chamado... as vezes por que um email verdadeiro não consegue passar pelo próprio anti-spam do serviço ou por exemplo o cliente não consegue acessar seu próprio site quando viaja ao exterior por que a rede de IPs esta sob efeito de bloqueios. Existem várias questões que impactam o dia-a-dia do revendedor e seus clientes que tem por origem as necessidades de impor políticas por parte das empresas que oferecem planos de revenda (chamaria de distribuidores). Eu entendo perfeitamente as necessidades que as empresas "distribuidoras" tem de aplicar políticas de segurança nos serviços para então minimizar impactos causados por ações hostis. Ao mesmo tempo, percebo que não há empatia na cadeia já que o cliente final por muitas vezes nem entende esses processos, ele quer algo simples: Que funcione! Outro ponto nessa questão toda é que para as grandes empresas esses impactos são menores por que geralmente não há presença de políticas mais refinadas de controle e portanto as distribuidoras menores trazem consigo um valor agregado que é justamente esse ajuste fino que nos permite revender um diferencial. As grandes também tem plano de Revenda, mas justamente por entender que faltam essas políticas é que escolhemos players mais especializados. São parceiros que conhecem muitas vezes mais sobre as configurações de ambientes e por isso tem maior rigor nessas políticas. Então como equilibrar esses pontos? Clientes que migram de provedores grandes muitas vezes veem como "falhas" ou de forma negativa que bloqueios impactam no seu dia-a-dia, e é difícil de explicar que a dificuldade que ele esta passando é por que no grande provedor não havia nenhuma política e agora, aplicadas às boas práticas, as coisas não funcionam de maneira prática. Portanto como equilibrar isso? Acho muito útil e necessário aplicar essas regras mas ao mesmo tempo tenho grande investimento de energia para iniciar um novo projeto e depois ajudar o cliente a entender que "é para seu próprio bem" que ele não pode mais mandar um email que até ontem era algo trivial. Sabe aquela proteção de mãe que te impede de crescer? rsrsrsrsrsrs
  9. Penso que é mesmo... afinal basta ver que mundialmente várias empresas e plataformas de revenda de domínio integram com vários países mas o Brasil é sempre muito complicado... Eu geralmente indico ao cliente que faça o registro no Registro.br e me coloque como ID técnico para iniciar o projeto dele, vários sites se perdem por conta de cliente que não pagam seus domínios e vão perdendo os registros... mas se eu tiver de fazer o registro para o cliente... faço com o email dele, em nome dele e me coloco como ID Técnico e depois formalizo via email o lembrete de que continue atento. Outra ação que fazemos, quando somos ID Técnico, é ver os domínios que estão expirando na lista e disparar um email personalizado pelo WHMCS com um lembrete explicando inclusive que nós não temos nada ver com o pagamento e que ele deve entrar no Registro.br para regularizar a situação.
  10. @GuilhermeLP se me permite uma opinião, concordo com a questão do direcionamento que o pessoal comentou, eu mesmo não sigo essa cartilha mas meu modelo de negócios é bem diferente. Eu também trabalho com e-commerce mas minha venda é de projeto de forma mais consultiva, logo não trabalho com a venda de e-commerce de prateleira. Na prática podemos estar vendendo a mesma coisa mas com argumentos diferentes. Mesmo por que vendo projetos personalizados desde a etapa de levantamento das necessidades do cliente até a manutenção da plataforma quando estiver em produção. Daí o motivo de oferecer também hospedagem e suporte ao cliente, ofereço apoio em todas as etapas dele. Tente colocar algumas imagens de demonstração de como seria a cara de uma loja... em toda página não fica claro como é o produto. Sobre a dica de ter uma marca específica, acho que você deveria montar um landing page para atrair os clientes potenciais para esse segmento de negócio, você pode por exemplo montar uma página específica sobre e-commerce e que tenha a Host Bear como owner. Faço isso por exemplo com o serviço de hosting: www.jovi.inf.br neste caso a página é uma versão resumida que apresenta especificamente serviços básicos de hosting mesmo que não seja exatamente esse meu foco. Mas deu para entender né? Daí basta decidir se levará o cliente a contata-lo diretamente ou se vai redireciona-lo ao site da Host Bear para converter por lá... correndo o risco de perder o lead no processo. Muitos sites de dicas nesse sentido vão te recomendar que leve o lead a contata-lo o mais breve possível ao invés de ficar jogando ele de página em página. Eu uso um site super simples, não tem muita modernidade e não esta nem aos pés da maioria dos projetos que a gente entrega, mas não é meu objetivo trazer clientes de maneira orgânica com o Google por exemplo, a minha estratégia para atrair clientes é diferente como expliquei. Acho que não custa nada também dar uma olhada em como os grandes players de lojas nesse modelo mais "de prateleira" argumentam para vender: https://pt.wix.com/ecommerce/loja-virtual Acho que usando uma página dessa por exemplo como referência você poderá entender melhor como os argumentos que estão sendo aplicados funcionam, e não se esqueça que essas empresas estudaram bastante como estruturar suas ofertas e logo observar e aprender com esses exemplo é válido. Inclusive, para você identificar como encaixar os seus diferenciais...
  11. Mas eu quis dizer um NDA mesmo, apenas não usei a sigla em inglês para o mesmo rsrsrsrsrs A questão é que eu mando ele por email à pessoa e espero um email de resposta com um "de acordo". Assim formalizo a expectativa de confidencialidade da relação, mas sei que não tenho toda segurança jurídica do mundo... Abs
  12. Sensacional... inclusive. Muito obrigado pelo esclarecimento. No dia-a-dia acabamos por dispensar essa ferramenta usando a troca de emails como prova. Na verdade eu geralmente mando formalmente proposta comercial que contém o detalhamento do serviço, premissas, itens fora de escopo e detalhamento da forma de pagamento. Quando o cliente aprova ele manda um email apenas e isso tem bastado, mas já tive casos "pequenos" de inadimplência. Vou estudar os detalhes do Art. 784, III do CPC para compor um contrato padrão. Última dúvida, as vezes dependendo do projeto e da pessoa que emprego, eu mando (escrito no corpo do email) um "termo de confidencialidade" para o profissional ou parte do projeto e peço apenas um "de acordo" por email para deixar registrado, isso também não tem validade nenhuma?
  13. Adiciono a lista o PagSeguro, eles tem um cartão pré pago deles também que tem taxas muito menores que os demais, AcessoCard por exemplo é muito caro! https://pagseguro.uol.com.br/pre-pago
  14. Tenho a impressão que essa abordagem é bem comum, não só em DC, suporte que é rápido na resposta mas o problema nunca esta na empresa... dá impressão de que o cliente não tem nada para fazer e abre ticket à toa... O problema é na sua máquina, em outra rede, num terceiro elemento, em algo externo que esta afetando o serviço, mas nunca se admite um problema. Além disso a resposta é vaga e não é efetiva... com isso você que precisa de uma informação atrasa a tomada de decisão sobre o que falar para seu cliente tentando decifrar a resposta do suporte.... isso é comum e não é um comportamento exclusivo desse ou daquele DC ou intermediário, vejo muito infelizmente.
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