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AngelCosta
O Registro.br, entidade brasileira responsável pelos domínios nacionais, vem melhorando muito os seus serviços de uns anos para cá. Um exemplo disso foi a disponibilização para os usuários de um sistema de gerenciamento de DNS.
 
A única coisa que faltava nele era uma simples ferramenta de redirecionamento. Bem, não falta mais. Acabei de receber um email falando que o recurso está disponível para todos os usuários que estejam usando o editor de zona.
 


Como usar?
O uso é bem simplificado, basta acessar o painel, escolher o domínio desejado, clicar em "Editar zona" e preencher o endereço para o qual quer redirecionar o seu site. Pode ser qualquer outro site, perfil de redes sociais, etc.

Comunicado oficial
Segue uma cópia do comunicado que recebi por email:


AngelCosta
Sempre em ocasiões festivas, especialmente as mundiais, empresas de host oferecem cupons de desconto e fazem queima de estoque. No halloween não é diferente. Eis algumas promoções pela net.
 
Abaixo tem algumas promoções ou liquidações bacanas que achei por aí. Clique no cupom para ir ao site.

Limestone Networks

 
Produtos: servidores dedicados. Desconto: 40% do preço base. Válido até 6/11/2017.
 
Cupom: BOO2017

ResellerClub Internacional

 
Produtos: hospedagem compartilhada, revenda, cloud e VPS. Descontos de até 50%. Válido até 31 de outubro.
 
Cupom: HALLOWEEN50

ResellerClub Brasil

 
Produtos: hospedagem, revenda, cloud e domínios. Descontos de 35 a 80%.
 
Cupom: MEGAOUTUBRO

Eleven2

 
Produtos: hospedagem, revenda e VPS.
 
Cupom: Halloween

Digital Ocean

 
Produto: crédito em conta - US$ 10 (apenas para contas novas)
 
Códigos: DO10, FRANKFURT, DODEPLOY, ALLSSD10, ACTIVATE10, BITNAMI, REFERREE10, LOWENDBOX
 
Se vocês souberem de mais, mandem nos comentários!

redenflu
Recentemente em uma leitura que estava fazendo, me chamou a atenção a citação de parte do texto que o autor escrevia sobre a crise econômica. O mesmo citava que a crise foi ainda pior para "Novos", empresários.
 
Claro, uma empresa mais nova, tem maiores dificuldades em comparação com uma mais antiga em diversas áreas, como capital, conhecimento, carteira de clientes, produto já estabelecido, colaboradores, fornecedores e etc. Mas, a citação foi além destes problemas, que, logicamente foram reais, forte e cruel com a grande maioria. O que ele informa e um agravante a tudo isto, foi o fato da maior parte dos administradores de empresas atuais nunca terem passado por uma crise financeira antes. Se formos analisar e bem verdade.
Levando para nosso seguimento, diretamente ao PdH, a grande maioria são novos, com empresas iniciando. Claro, tem empresas já estabelecidas e etc. Mas, se formos por porcentagem, a maior parte tem menos de dois anos de mercado.
Não distante, vimos muitas empresas fechando, mudando de mercado, demitindo colaboradores ou vendendo a sua carteira de clientes.
Eu particularmente, acreditava que a crise iria encerar mais rápido, se vermos o histórico do PIB no Brasil, não tínhamos duas quedas seguidas nos últimos 100 anos. Porém, esta crise política, econômica e da nossa sociedade como um todo, foi muito agressiva. Os resultados são sentido por quase todos. Ainda temos mais de 13 milhões de desempregados.

Graças a Deus, as coisas estão voltando a melhorar. Neste ano teremos novamente um PIB positivo e 2018 tem tudo para ser ainda melhor. Mas, como estamos saindo da crise e provavelmente a primeira de muitos administradores, o que podemos analisar ou, apreender com ela?
Capital de giro
Infelizmente, segundo o Sebrae, um dos maiores problemas das empresas brasileiras e a falta de capital de giro. E muito bom quando a empresa tem um grande lucro. Mas, que fique claro, este lucro e da empresa, retire apenas o seu salário. Guarde parte do mesmo sempre!
Inovação
O nosso mercado e muito competitivo, o que a sua empresa tem criado de novo?
Investimentos
A sua empresa investe parte do capital em algum outro investimento?
Existe muitas alternativas, bolsa de valores, CDB, tesouro direto e até a poupança e valido.
Dólar
A área de host e muito ligado ao dólar, em texto anterior a este, comentei o tanto que seria importante uma reserva em dólares. Leve isto a serio. A moeda americana de certa forma e estável. Instável e a nossa moeda o real. Ela oscila muito, então, nem que seja no cartão pré-pago que tem taxas elevadas. Deixe ao menos uns três meses das suas despesas mensal em dólar guardado. Se puder mais, melhor ainda. No geral, você pagará um preço mediano comprando todo mês um valor X por exemplo.
Não subestime a crise
Acreditar que a crise e passageira e logo irar passar e muito grave. Pode levar a sua empresa a falência. Corte as despesas desnecessárias o quanto antes. Lance aquele produto que e mais lucrativo. Encerre aquele produto que tem te gerado prejuízo rapidamente.
Como sabiamente diz Otacílio Coser:
Custo é igual a unha, tem-se que cortar sempre.
Com ações rápidas durante a crise, poderá garantir a sobrevivência da sua empresa e após a mesma, ter elevadas taxas de crescimento, já que estará bem estruturado, preparado para as novas demandas, diferente da maior parte do mercado.
Aqui na HostHP sentimos bem o custo do dólar em 2015/2016, mais, tínhamos uma reserva como sempre lembro, usamos a mesma e junto com todas as ações acima comentadas, estamos passando por este período de crise.
Mesmo nos anos de crise experimentamos crescimentos bem acima da media. Durante este período, não precisamos reduzir a equipe, mantemos o crescimento dos salários acima das taxas oficial do governo, iniciamos alguns benefícios aos colaboradores e todos com seus direitos CLT devidamente em dia.
Manter uma estrutura própria, mantendo o maior nível de qualidade e estabilidade, tem um elevado custo. Por isto, e necessário ações diárias de todos envolvidos na empresa para sobreviver e crescer!
Espero que este texto possa ao menor te levar a refletir sobre a sua empresa, caixa, produtos, mercado e etc.
Cordialmente,

Thiago C. Guimarães
www.hosthp.com.br
Sucesso a todos!

AngelCosta
A Digital Ocean acaba de anunciar o lançamento ao público do Spaces, serviço orientado ao armazenamento de objetos.
 
Todos os usuários novos e antigos podem ter acesso a 2 meses grátis do produto. Eis um resumo do post no blog da DO ontem sobre a novidade.


Hoje, estamos excitados em anunciar a disponibilidade ao público geral do Spaces, nosso novo produto para armazenamento rápido de qualquer tipo de dado.
 
Leva apenas alguns segundos para criar um space e ele instantaneamente tem armazenamento de objetos que é escalável, funciona com ferramentas compatíveis com o S3 (Amazon) e requer mínima configuração ou gerenciamento.
 
Nós também estamos anunciando o preço que começa em US$ 5 e inclui 250 gb de armazenamento e 1 tb de tráfego de saída por mês. O trágego de entrada para uploads é grátis. E tráfego adicional está disponível a US$ 0,01 por GB e armazenamento adicional a US$ 0,02 por GB hospedado.
 
Usuários que já estiverem usando o spaces terão um período gratuito até 20 de novembro de 2017, após este período entrarão no plano pago.
 
 

AngelCosta
[atualizado]
 
Enquanto folheava a hoje falecida revista Info da Abril (sim, ela não existe mais em sua forma impressa), vi que na seção de trás, onde constam os anúncios, havia uma empresa que anunciava seu serviço no website www.ainterface.com.br.
 
O que me chamou a atenção foi o pronome na frente do nome domínio. Perguntei-me se era um daqueles casos onde a empresa não encontra mais seu nome disponível como domínio e agrega alguma coisa para poder registrá-lo e tentar manter a sua identidade.
 
Várias empresas e até pessoas físicas passam por isso diariamente, visto o volume de domínios que é registrado diariamente no mundo. As opções parecem que estão se esgotando.
 
Em geral, o brasileiro tem preferência por efetuar registros com a extensão .com.br e está ficando cada vez mais complicado já que agora pode-se registrar através de outras empresas, facilitando o processo para leigos e aumentando assim a concorrência pelo nome da suaempresa.com.br.
 
Entretanto, não é preciso fazer disto um problema. Existem alternativas se o nome de domínio que você quiser já estiver tomado.

O domínio .com.br

 
Há um certo tempo atrás, apenas com CNPJ podia-se registrar domínios no Brasil e era relativamente simples achar o seu domínio disponível. Porém, a abertura do processo para pessoas físicas e empresas que registram domínios - até as estrangeiras - a competição ficou mais acirrada.
 
Existem três casos possíveis quando um domínio está tomado no Registro.br:


Domínio em uso - Sim existe um site e ele está em pleno funcionamento, você pode até fazer uma proposta de compra, mas vai depender completamente da vontade (ou bolso) do proprietário atual.
Domínio inativo - Algumas pessoas registram domínios compulsivamente, outras registram e esquecem do mesmo, mas seja qual for o caso, é possível entrar em contato com o dono e fazer alguma proposta ou parceria.
Domínio em liberação - Recentemente, o Registro.br mudou sua política quando o assunto é liberação de domínios inadimplentes ou cancelados.

O .com (e as novas extensões)

 
O .com sempre foi a extensão alternativa preferido do brasileiro, o paraíso dos pouco providos de dinheiro. São mais baratos, fáceis de registrar (basta um e-mail) e descomplicados de gerenciar. Entretanto, é exatamente esta facilidade aos outros que pode dificultar a sua vida na hora de achar seu endereço.
 
O principal impasse é com domínios cancelados ou expirados. A maioria está reservada para compra por alguma entidade de registro e disponível para compra. O problema é o valor que eles querem no endereço...

O que fazer agora?

 
Na pior da situações, pode acontecer de nem o .com.br, nem o .com estarem disponíveis. E, dependendo do seu mercado, as extensões novas podem não ser bem-vindas. Tudo bem, é uma situação muito chata, mas temos algumas soluções.
 
É comum que as pessoas no ramo de hospedagem usem alguns termos em conjunto com outro nome, como host, web, net ou link (Locaweb, Rede Host, HostNet, KingHost). E isso é até um ponto a mais a favor do SEO do seu site. E também há aqueles que já têm uma empresa estabelecida ou uma marca em mente (Eveo, Mandic, GoDaddy, Minas).
 
Para exemplificar, vamos dizer que precisamos registrar um endereço para uma empresa de hospedagem para WordPress (plataforma para blogs e sites). Quero que o endereço reflita bem isso.
 
Dentro deste cenário, eu "queria" registrar wphost.com.br, mas o domínio não está disponível (nem .com.br nem o .com).

Considere a outra extensão

 
No caso de empresas ou negócios, apele outras extensões populares como .com/.net/.org. Evite extensões desconhecidas do grande público ou que têm reputação ruim como .cc, .info, .ws.

As novas extensões
Com o lançamento de tantas extensões novas, fica fácil achar um domínio como wphost.me, wordpress.host, wpho.st. Procure uma TLD que seja fácil de lembrar e que não cause confusão no nome.

Evite conflitos e confusões
Seria prudente evitar registrar em outra extensão um domínio popular da mesma área que o seu. Se já existe um locaweb.com.br, querer o locaweb.host para domínio do seu host é muito pancada da sua parte.

Considere adições

 
Com a disponibilidade de nome de usuários sumindo nas redes sociais, várias celebridades tiveram de usar a criatividade para mostrar a autenticidade de seus perfis.
 
No seu endereço, você pode fazer parecido para garantir seu lugar nas extensões mais importantes (.com.br e .com). Então, no caso do meu site wphost (fictício, ok?), eu poderia tentar wphostonline, wpnaweb, ou até mesmo hostwp.
 
Hoje, não registraria um domínio com traços pois pode causar confusão com algum site já existente. Sem falar que se você registrar o wp-host.com pode acabar mandando seus clientes para outro lugar.
 
Uma ferramenta que pode lhe ajudar a gerar novos nomes e combinações é o Domainr.

Exija seus direitos
Madonna teve de entrar na justiça para conseguir os direitos sob "seu" endereço madonna.com. Se sua empresa já existe há mais tempo e alguém registrou um domínio com o nome da sua empresa com más intenções, é hora de apelar pro lado jurídico.
 
Em suma, sempre existem alternativas se você estiver disposto a se adaptar com criatividade. E aí, você conhece outros meios de registrar um domínio nestas condições?

AngelCosta
Venho observando a saturação dos meios e ferramentas tradicionais que usamos no meio de hospedagem. E muitas vezes, esse mundo de gente fazendo a mesma coisa faz os serviços aumentarem seus preços ou se tornarem inviáveis conforme você cresce.
 
Então, seguem aqui dez dicas de serviços bacanas e como você pode aplicá-los no meio da hospedagem.

Backupsy
[mshot url=https://portaldohost.com.br/link//backupsy]
 
Precisando de backups de baixo custo? Máquinas para backup com opção de 9 DC's iniciando em 250GB por US$ 6.00 c/ cupom de desconto: 40PERCENT. Precisa de um certo nível de experiência com servidores (ou um bom tutorial) para configurar a máquina.

Backupsy »
 

Boleto Fácil
[mshot url=https://www.boletobancario.com/boletofacil/user/signup.html?invite=17889:403ad7]
 
Atualmente, umas das melhores opções do mercado para emitir boleto bancário como pessoa física ou jurídica. Possui API disponível então pode se integrar com qualquer plataforma de venda. Ou você pode simplesmente emitir boletos diretamente do site. Tarifa por boleto pago: 2,5% do valor do boleto (mínimo fixo de R$ 2,50). Liberação imediata do seu dinheiro, nada de esperar 14 dias. Ah, meu saque tem caído em no máximo 24 horas :D

Boleto Fácil »
 

BudgetVM
[mshot url=https://portaldohost.com.br/link//budgetvm]
Em 2005, muito antes de Digital Ocean e Vultr aparecerem, a BudgetVM já vinha oferecendo VPS de baixo custo, com qualidade e estabilidade. O serviço hoje já conta com servidores e clouds. Tem VPS a partir de US$ 2 (pagamento anual) ou US$ 4 dólares (mensal). Nos planos com SSD iniciais é de 1-2 dólares.

BudgetVM »
 

ClouDNS
[mshot url=https://portaldohost.com.br/link//cloudns]
Apesar de todo mundo correr para o CloudFlare quando o assunto é hospedar/gerenciar DNS, ele não precisa ser a sua primeira escolha. Durante a época de ouro dos ataques DDoS (saudades nenhuma desta época) aqui no PDH, o que me salvou foi o ClouDNS. O serviço é bom, feio de se olhar, mas é barato demais para o que oferece. E o melhor de tudo, tem plano grátis com 3 zonas, templates prontos para hospedagem de email, redirecionamento e controle total sobre vários recursos de DNS. Os planos premium pagos começam em apenas US$2 e os de DDoS em US$ 4.95.

ClouDNS »
 

CodeGuard
[mshot url=https://portaldohost.com.br/link//codeguard]
Se o seu interesse for ter backup automático e simplificado de um site, é o melhor serviço, sem dúvidas. Você tem backups incrementais via SSH/FTP de arquivos e bancos de dados, inclusão/exclusão da pastas, um sistema de restauração por arquivo, data ou site completo que já me livrou de muita cagada (a palavra é essa mesma) que fiz aqui no PDH. Para quem usa WordPress, existe um plano de entrada de apenas US$ 5 mensais por site, que também é o preço do plano para site comum, mas o pagamento é anual. Procure no google por "Codeguard coupons", sempre há descontos de no mínimo 20%.

Code Guard »
 

Clicky
[mshot url=https://portaldohost.com.br/link//clicky]
Eis um serviço que não tem o reconhecimento que merece. Mesmo sendo uma unanimidade, o Google Analytics pode ser cansativo e maçante. Se você quer um serviço de estatísticas muito amigável e fácil de ler, conheça o Clicky. Não é à toa que um dos maiores especialistas de SEO, o Joost de Valk (Yoast.com), o recomenda. Super fácil de instalar em qualquer site, tem até alguns plugins meus no Market de lá. Também tem plano grátis para monitorar 1 site. Acima disso, para 10 sites, o valor é US$ 9.99.

Clicky »
 

Crazy Egg
[mshot url=https://portaldohost.com.br/link//crazyegg]
Já parou para pensar porque os clientes não clicam na slide lindo que você colocou no topo do site? Até que ponto da sua página os usuários rolam? O serviço é mais uma obra do empreendedor global Neil Patel. E é um tanto salgado. Há muito tempo atrás, quando só tinha mato na Internet consegui uma conta grátis para análise de 10 mil visitas por mês ou 10 páginas. O serviço é fantástico e te dá insights sobre coisas que você nunca descobriria. Dê uma olhada neste relatório que fiz da home do Netmundo há um tempo atrás.

Crazy Egg »
 

Ebanx
[mshot url=https://www.ebanx.com]
Já falei antes sobre as vantagens de se ter um cartão virtual para fazer compras internacionais. Mas vale a pena lembrar quem é novo por aqui.

Ebanx »
 

Email List Verify
[mshot url=https://portaldohost.com.br/link//emaillistverify]
Se você ainda não coleta os emails de visitantes ou clientes para estabelecer uma comunicação, já está perdendo um grande canal de vendas. Dependendo da plataforma que você use para envio de email marketing, o custo pode ser baixíssimo e o retorno muito maior que Facebook ou Adwords. E o Email List Verify escaneia a sua lista de emails por emails inválidos, com erros de digitação, sem resposta e coisas do tipo para garantir que a entrega seja feita. A verificação pode ser feita também via API no momento da coleta do email ou enviando sua lista pelo site. Em questão de uma hora, limpei uma lista de 18 mil emails e fiquei com 17.500 endereços livres de erros. Quando se usa um serviço para envio de email ou mensagens transacionais, cada email conta ($). O plano grátis tem verificação de 100 emails por dia sem custo algum. Perfeito para pegar usuário mal intencionado que quer fazer testes de servidor.

Email List Verify »
 

Rebrandly
[mshot url=https://portaldohost.com.br/link//rebrandly]
Usar um domínio curto (como o nosso indico.vc) para links é uma boa maneira de monitorar o desempenho deles sem ter que encostar no Analytics. Em vez de correr pro Bit.ly, eu sugiro usar o Rebrandly. O motivo? Apesar de permitir o uso de domínio próprio, o bit.ly não libera palavras personalizadas já tomadas pelo serviço. Por exemplo, se você estacionar o seu domínio link.xz no bitly, e tentar usar link.xz/whmcs, não vai conseguir pois o bit.ly/whmcs já existe. E o bacana do Rebrandly é que dá pra usar SSL (até via cloudflare), integrar com o bit.ly ou goo.gl para ter estatísticas de lá. Melhor de tudo? Grátis.

Rebrandly »
Até a próxima,!

thiagosantos
A Radix, terceira maior entidade de registro de domínios nTLD do mundo, anunciou no dia 18 de Agosto o lançamento de um concurso global de web design o F3.space. Através deste concurso, os web designers, desenvolvedores e clientes existentes são convidados a enviar seu site que use como extensão principal qualquer um dos 9 gTLDs operados pela Radix, como .ONLINE, .TECH, .SPACE, .STORE, .PRESS, .SITE, .WEBSITE, .HOST e .FUN. As inscrições podem ser feitas no F3.space para competir por prêmios no valor de US$ 30.000 (no total). O concurso terá vencedores semanais e mensais, escolhidos com base em votos públicos, bem como avaliação dos juízes que participam do processo de votação. Esta é uma iniciativa para envolver os usuários existentes de nTLD, bem como para promover o uso de nTLDs entre a comunidade global de web design.
 
Falando sobre o concurso, Sandeep Ramchandani, VP e Business Head da Radix, disse: "A Radix está focada em engajar-se com os usuários finais através de várias iniciativas. Enquanto trabalhamos ativamente com a comunidade de startup global através da Startup League e os programadores tecnológicos através de inúmeros hackathons. Com o F3.space estamos focando especificamente na comunidade de web design." Com o total de prêmios em dinheiro de US$ 30.000, o F3.space é um dos maiores concursos de design do mundo.

Quem pode participar?
Com o F3.space, a Radix não só envolverá os participantes, mas também os participantes das suas redes sociais, uma vez que os vencedores serão escolhidos com base em votos públicos, além da avaliação dos juízes. Para tornar esta iniciativa ainda maior, a Radix também trabalhará com os Registradores e convidará seus clientes a participarem do concurso, todos que usam as extensões operadas pela Radix são elegíveis a participar.

Como será o processo de votação?
Os juízes do painel do F3.space são Chad Borlase, Diretor Criativo do Grupo SapientRazorfish de Toronto; Laura Müller, UX Lead da MetaDesign de Berlim e Hakarl Bee, Diretor Criativo do Grupo RAPP de Nova York. Os envios serão avaliados em três critérios:


Formulário
Função
Flair (por isso F3).
O concurso está aberto a qualquer pessoa que tenha um site existente em qualquer um dos TLDs da Radix, bem como aqueles que tenham uma inclinação para o design web, incluindo agências de pequeno e médio porte e freelancers. Os projetos vencedores serão exibidos para uma comunidade internacional de designers, desenvolvedores e pensadores criativos. Os usuários podem votar nos designs que mais gostarem.

Registre um domínio e participe
Para participar do F3.space, você precisa usar uma das extensões operadas pela Radix em seu site durante todo o processo de votação. Se você ainda não possui uma dessas extensões, você pode fazer o registro em promoção clicando aqui.
 
Depois de registrar seu domínio, mãos à obra, deixe seu site 100%, e peça para seus amigos, clientes e usuários a votarem, quanto mais votos, mais chances de você ser um dos vencedores da semana, ou do mês, o processo de avaliação vai até o dia 31 de Março de 2018, boa sorte!
 
Com informações de: CircleID.

thiagosantos
As criptomoedas são realidade, e de fato, uma mina de ouro nas mãos de quem sabe usar. As empresas de hospedagem podem aprender a usar se derem uma chance. Além de rentável, é uma moeda que só tem a crescer. Fácil de usar, fácil de receber e vender.
 
As criptomoedas saíram do anonimato, e todas tem espaço amplo no mundo todo, e em um mercado emergente igual ao Brasil, nada melhor que expandir seus negócios nesse ramo. Aceitar as criptomoedas como forma de pagamento no Brasil é quase que inexistente. Mas se você parar para pensar, é uma oportunidade que falta na sua empresa, investimento para crescer!
 
Se você acessar hoje os maiores portais de compra e venda de Bitcoins, você verá em todos eles brasileiros vendendo e comprando as "criptos". Se existem brasileiros fazendo "trade", trabalhando com gráficos, também existem profissionais que precisam registrar domínios e hospedar sites relacionados ao assunto. E porque você ainda não aceita as criptomoedas???
 
E não estou falando só de Bitcoin! Pois nós temos muitas "criptos", como o Litecoin, Ethereum, Monero e o Bitcoin Cash que foi lançado recentemente depois de se separar do Bitcoin original e que já cresceu 400%

Lembra quando eu falei em investimento para sua empresa?

 
Então. Se você tivesse 1 Bitcoin Cash, você teria ganhado sem fazer nada, 400% em cima, isso não é investimento?
 
O Bitcoin e suas variantes são uma mina de ouro, e você pode aceitar esse ouro na sua empresa (deve aceitar), pois são as moedas do futuro, e você não tem nada a perder com isso, pelo contrário, as empresas de hospedagem tem muito a ganhar pelo fato de vender um serviço digital, e pelas criptomoedas serem moedas digitais, é fato que pessoas no mercado de Bitcoins e variantes serem muito mais técnicas, e terem o espirito empreendedor que é o combustível de todas empresas de hospedagem.
 
Por experiência própria, eu sempre aceitei Bitcoin, desde quando valiam apenas US$ 150,00 cada. Com essas moedas, foi possível pagar todos os custos de servidores e licenças (e ainda sobrar pra máquina de café). Obviamente os datacenters não aceitavam (e a maioria não aceita ainda) as criptomoedas, porém é muito fácil de converter essas moedas em dólares, euros, reais e até mesmo revender elas para lucrar mais e não depender da alta ou baixa.

É seguro aceitar criptomoedas como forma de pagamento?

Quando seu cliente paga você com uma criptomoeda, não existe a chance de um Chargeback por exemplo. Depois de pago, essa criptomoeda fica em sua carteia e somente você pode movimentar.

Quem são os clientes você pode receber
Quando você passa a aceitar as criptomoedas, muitos clientes vão surgir, desde clientes tradicionais (similares aos que você já tem), e também clientes que preferem o anonimato. Nesse caso, cabe à você querer ou não aceitar esses clientes, pois para quem paga com Bitcoin, não vai querer enviar para você nenhuma documentação comprovando dados. Mas e porque você pede documentação de cliente? Certamente é devido ao Chargeback, para tentar evitar que o cliente não abra uma reclamação e pegue seu dinheiro de volta "na marra". Com as criptomoedas isso não é possível.
 
Você apenas precisa "ficar de olho" nesse cliente, pois o que ele fará com seus serviços contratados, é outra história. Mas você terá o direito de cancelar o serviço dele, caso ele venha a usar seus serviços de forma incorreta, sem precisar efetuar reembolso.

Como aceitar criptomoedas?

 
Bom, existem centenas de empresas que fazem o processo de gateway, eu por exemplo integrei o meu WHMCS com a CoinPayments, que faz todo processo de cobrança, aceita mais de 65 criptomoedas, e cobra uma taxa realmente baixa (0,5%). Você pode integrar seus sistemas com várias outras empresas similares, e você pode também fazer isso manualmente, disponibilizando o endereço de sua carteira para o cliente.

Como usar essas moedas?
Para usar as moedas recebidas, você pode converte-las em reais, dólares, euros e etc... Basta usar uma empresa que faça esse serviço, no Brasil temos o Mercado Bitcoin por exemplo.
 
Eu uso duas carteiras que tem me servido muito bem, que é o Xapo e a Wirex, ambas fornecem para você um cartão de crédito, onde você pode converter suas criptos em dólares por exemplo. Com o cartão você pode sacas ou usar em qualquer local na função crédito. Com essa função você pode pagar todos seus fornecedores, pode também converter de moedas tradicionais para as criptos novamente, pode converter de cripto para outra cripto também.

Conclusão
Você tem todas as ferramentas para aceitar criptomoedas, e todas estão em alta, é um mercado digital que tem tudo haver com hospedagens e domínios. Com as ferramentas que citei, dentre várias outras que existem pelo mundo, você pode receber, vender, comprar e usar todas as criptomoedas, além de abrir uma porta que está cheia de clientes prontos para consumir seus produtos e serviços.
 
Lembrando, que a declaração do recebimento dessas moedas podem ser feitos manualmente nas suas declarações de impostos, mas note que quando você recebe uma criptomoeda, ela não é convertida para reais, e também não entra no Brasil, a menos que você converta e gaste por aqui.
 
E aí, qual a desculpa para não aceitar criptomoedas?


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